sábado, 30 de maio de 2015
Eu não sou feita de dor como as pessoas pensam
Não é todo dia que dói. Ás vezes o riso é sincero, e a companhia, segura emocionalmente. Ás vezes o viver não sufoca. Mas o tormento me abraça todos os dias, e o desprezo o sustenta em meu calor. Não sei, talvez seja falta de amor. Amor sincero. Falam que eu entristeço por pouca coisa. Mas não notam, que eu fico feliz por pouca coisa também.
terça-feira, 19 de maio de 2015
Silêncio x Palavras
A chuva traz sensação longínqua de paz. Traz também desespero por aconchego, onde o silêncio sufoca, empurrando garganta á baixo. Empurra até a mente desconhecer e não tentar mais decifrar o incômodo do vazio penumbre e berrante. O silêncio é o maior inimigo das palavras, quando elas querem dizer algo como se houvesse, e necessitasse da mudança espancada, no minuto seguinte. O silêncio gosta é de conforto. Da mesmice. E as gotas da chuva que caem na janela do meu quarto, é a chave da porta dessa monotonia saturada.
Dentro de mim, não lido mais com o silêncio, nem tanto com as palavras. As palavras escondem-se á qualquer falso alarme de ataque do silêncio.
O silêncio berra. Mas as palavras ficaram surdas.
Dentro de mim, não lido mais com o silêncio, nem tanto com as palavras. As palavras escondem-se á qualquer falso alarme de ataque do silêncio.
O silêncio berra. Mas as palavras ficaram surdas.
segunda-feira, 11 de maio de 2015
sábado, 9 de maio de 2015
sexta-feira, 8 de maio de 2015
Medíocre (?)
O ato mais irresistível e covarde é o de: ser medíocre. Como abomina e fascina ao mesmo tempo, como se antônimos se correspondessem e formassem um só resultado, objetivo. O ser medíocre nos faz em um conforto empilhado, mas apresenta-se irresistível ao ponto de não existir ansiedade do não querer mais que o já conquistado. O medíocre tenta, porém alivia. Absorve espantalhos da mente onde o piso não é mais terreno. A mediocridade deixa tudo vazio. Evapora conquistas e incentiva um complexo de inferioridade inimaginável.
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